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Coach explica como os tempos de crise podem estimular o cérebro

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Coach explica como os tempos de crise podem estimular o cérebro

 

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em setembro de 2015, mostrou que quase metade da população do país faz bicos ou possui segundo emprego para evitar prejuízos maiores em consequência da situação econômica.

O estudo também apontou que mais da metade dos entrevistados estão alterando os hábitos de consumo e planejamento financeiro para se ajustar às turbulências da economia, o número é maior se comparado à crise de 2008 e 2009. Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC) e especialista em comportamento, analisa o cenário a partir da capacidade de adaptação do ser humano.

 “Falta dinheiro, mas sobra criatividade e disposição para contornar o cenário difícil. As pessoas são mesmo capazes de se adaptar às situações mais diversas. O brasileiro já é muito criativo e esforçado. O importante, quando a necessidade de ajuste surge, é saber agir propositivamente, evitando o modo automático”, alerta Sulivan.  O especialista explica que em tempos de crise e dificuldades, há uma tendência natural do homem de evoluir enquanto espécie e em muitos outros sentidos. “Está ligado à sobrevivência. Se analisarmos brevemente a história da humanidade, podemos perceber que as maiores conquistas e descobertas surgiram com a necessidade de mudanças e de melhorias”.

Mas que tipo de oportunidade pode ser aproveitada quando na verdade os brasileiros estão trabalhando mais porque estão ganhando menos e reorganizando gastos porque todos os custos estão maiores? Para Sulivan França, a resposta está no inconsciente da mente humana. “Quando buscamos alternativa de trabalho, por exemplo, estimulamos a capacidade do nosso cérebro para novas habilidades. Muitas habilidades podem ser novidade, inclusive. A oportunidade, neste caso, está relacionada à possibilidade de uma nova profissão”, comenta.

De acordo com o coach, situações que nos tiram da zona de conforto são importantes para o desenvolvimento. “Aproveitar essas ocasiões é preciso. Perder a chance nos impede de ter uma evolução de consciência”, aconselha. “É como se as situações mais difíceis fossem um empurrão para que a mente possa se expandir, achar alternativas, vislumbrar novos horizontes”.

Mudar, segundo o especialista, acaba sendo opcional se a situação é muito confortável. Para ele, são os tempos de crise que nos impulsionam. E não só as crises financeiras. “Nosso cérebro é estimulado principalmente nos tempos mais desafiadores. Se bem aproveitadas e trabalhadas, as alternativas que encontramos podem se tornar oportunidades bem sucedidas”.

 

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